Há mais de 10 anos venho escrevendo a respeito das tendências econômicas e de negócios para o Brasil. E, graças a Astrologia, tenho um bom nível de acerto em minhas análises.
Em finais de 1993, escrevi um livro com uma visão do que seria o ano de 1994 e o Governo FHC como um todo a partir de então, quando tive a oportunidade de afirmar que nossa economia estava entrando nos eixos, inaugurando um ciclo de prosperidade não menor do que 14 anos. Afirmei isso porque em 1994, Júpiter e Plutão, realizavam mais uma de suas conjunções, bem no ponto de apogeu do mapa astrológico do Brasil.
Esse fenômeno marcava mudanças severas na economia e direcionamento do Brasil na área de negócios e empreendimentos.
Por isso e mais alguns fatores cíclicos que em outro livro – já em redação – detalharei mais, afirmei também que inflação de mais de 2 dígitos e salário mínimo inferior a US$ 100.00 eram coisas do passado.
Diziam que eu era um otimista excessivo, que minha visão do Brasil era resultado da imposição capitalista e coisas do gênero. Mas, mesmo com estas críticas continuei e continuo acreditando no crescimento do Brasil e num futuro de posicionamento internacional entre as grandes nações do mundo. Isso não depende tanto das pessoas, mas sim da promessa do mapa astrológico do Brasil e de seus eventos cíclicos.
Há alguns anos (cerca de 4 ou 5), um amigo economista disse que em, no máximo 2 anos, a economia mundial sofreria uma crise nunca vista na história, que o padrão dólar cairia e que uma nova era de escambo aconteceria. Então me perguntou, existe astrologicamente alguma previsão neste sentido. Respondi simplesmente que não! Mas ao contrário, que o Brasil cresceria mais ainda e que mudaria de posição no ranking internacional. Disse também que a esperada e desejada por muitos queda do poder americano também não aconteceria de forma abrupta e catastrófica, mas sim de maneira harmônica e gradual, com a crescente retomada da influência européia na economia mundial.
Quando fui convidado a escrever a respeito das tendências para 2008, decidi manifestar este desabafo, dizendo não aos “arautos do apocalipse”, que são as pessoas que vejo sempre dizendo que a situação vai piorar, que vai quebrar, que os benefícios não tem sustentação.
Vejam, por exemplo, nas minhas análises de tendências para o ano passado, afirmei que a construção civil seria um dos pontos fortes de crescimento e investimento. E, de fato aconteceu, o setor imobiliário cresceu, os investimentos também e o crédito também. Quase faltou cimento no mercado, de tanta demanda.
Logo chegaram os arautos do apocalipse para dizer que seria igual aos EUA, que mais alguns anos tudo isso vai quebrar e por aí em diante. Reafirmo, não, não vai quebrar não, vai melhorar ainda mais!
Estou falando do Brasil, é claro.
Relembrando o que escrevi para 2007 (escrito em outubro de 2006)….
“Os setores de Construção Civil, Farmacêutica, Química, Bebidas e líquidos em geral se destacarão com crescimento mais acentuado do que nos anos anteriores”.
“O mercado financeiro brasileiro também se consolida como uma boa opção, mesmo com as taxas de juros se reduzindo, haverá maior confiabilidade, indicando o ingresso de capital estrangeiro para investimentos a médio e longo prazos no Brasil. Isso movimenta a economia e abre oportunidades de ganhos para investidores brasileiros também.”
E foi dito e feito!
Quis relembrar tudo isso para continuar a dizer que o Brasil está bem e continuará bem em 2008.
Em dezembro de 2007 aconteceu mais uma conjunção de Júpiter e Plutão, terminando o ciclo iniciado em 1994 (Plano Real) e inaugurando um novo ciclo para os próximos 14 anos.
Vimos o fim da CPMF, o que pode ser considerado como o símbolo desta mudança de direção na economia como um todo. E é isso mesmo, veremos ao longo de 2008 alterações notáveis no sistema como um todo, culminando em maiores oportunidades de liberdade econômica. Vejam que o Brasil é um dos países com menor liberdade econômica dos emergentes atuais. Este redirecionamento já começa a acontecer. A ironia é que vem pelas mãos de um governo de orientação socialista.
Portanto, podemos continuar a investir com tranqüilidade, sem nos deixarmos levar pelas especulações – nacionais e internacionais. O mercado financeiro prossegue se consolidando como uma boa opção internacional, de forma que o ingresso do capital estrangeiro também prossegue.
Não precisamos ter medo da prosperidade!
É certo que o capital americano será redirecionado para dentro dos EUA com mais força em 2008, reduzindo a sua participação também aqui no Brasil. Mas há o capital chinês, o europeu e da própria América Latina, incluindo ainda o México.
Por isso, empresários alertas e afinados com as tendências reais, podem – e devem - investir nos países emergentes, com destaque para o México e outros das Américas, que não os EUA.
Os setores da construção civil, automobilístico, química, comércio exterior, agropecuária e ensino continuam prosperando e constituem-se em excelentes oportunidades de investimento.
Há petróleo, gás e um tanto de riquezas no solo e subsolo que serão bem trabalhadas no Brasil em 2008. Áreas boas de investimento também.
Problemas certamente existirão. Mas não grandes o suficiente para comprometer os resultados da economia brasileira em 2008. Resultados que serão maiores que 2007, mesmo contrariando os “arautos do apocalipse”, catastrofistas de plantão.
Teremos eleições municipais em 2008. A tendência é de que o governo federal perca alguns dos grandes orçamentos, como São Paulo, por exemplo.
No setor financeiro especificamente, investir na Bolsa continua sendo uma boa opção, mas, em 2008 há mais flutuação que 2007, portanto exigindo mais frieza por parte do investidor.
Enfim, 2008 é um ano de crescimento econômico, de maior circulação de capital, de investimentos consistentes na indústria e, portanto, positivo para a economia como um todo.
Diga não aos arautos do apocalipse! Viva a prosperidade! Viva o crescimento!
Presidente da AstroBrasil®. Astrólogo e Consultor Empresarial nas áreas de Estratégia, Organização e Marketing desde 1989. Especializou-se em Astrologia Empresarial, Vocacional e Política. Formado em Engenharia, foi executivo de organizações multinacionais ao longo de 10 anos. Seu trabalho é freqüentemente noticiado no Brasil (Rede Globo, Bandeirantes, Cultura, Gazeta Mercantil, OESP etc.) e no Exterior (The Economist, Hipatya). Presidente e Fundador da AstroBrasil – Central Brasileira de Astrologia, primeira empresa no Brasil de prestação exclusiva de serviços astrológicos, em nível pessoal e empresarial. Atualmente composta por 20 astrólogos profissionais. Dedica-se ao estudo da Astrologia desde 1977, tendo publicado livros sobre Astrologia Vocacional, Política ...
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